É impossível imaginar
O que você faria se estivesse no meu lugar.
E como tudo seria mais fácil
Não ter que decidir, não ter que escolher;
Sem nada, sem sacrifício
Então a gente nem mesmo teria um inicio
Mas as muralhas estão lá,
Dentro da cabeça e não deixam que eu esqueça
As neuroses cotidianas,
De um personagem do Woody Allen
Perdido no meio de um filme de Clive Barker
Sem noção, sem tempo e sem alma.
Um mundo maluco se forma
Em torno de mim que
Corro, corro, corro
Fugindo de fantasmas
Que já nem estão mais lá
E quando paro, reparo que é o fim!
Marcelo Riboni
16/04/2011
21:02hrs.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Trinca dos T's Pt.1 - Tristeza
Os dias passam
Com o vento,
Com a chuva ,
E com o sol que as vezes brilha.
Mas o meu caminho e a minha trilha
Nem sempre estão claros.
Choro baixinho, escondido
No ritmo da minha tristeza.
E com as lagrimas secretamente caindo
Abandono lentamente as lamentações.
E com chuva que caía;
A rua fica vazia;
Alguns passantes anônimos
Deixam seus passos marcados
Em algum lugar
De uma foto antiga.
“A mujeres como yo no las conoces, las contraes”
Xavier Velasco, Diablo Guardián
Marcelo Riboni
10/03/2011
21:43hrs
Com o vento,
Com a chuva ,
E com o sol que as vezes brilha.
Mas o meu caminho e a minha trilha
Nem sempre estão claros.
Choro baixinho, escondido
No ritmo da minha tristeza.
E com as lagrimas secretamente caindo
Abandono lentamente as lamentações.
E com chuva que caía;
A rua fica vazia;
Alguns passantes anônimos
Deixam seus passos marcados
Em algum lugar
De uma foto antiga.
“A mujeres como yo no las conoces, las contraes”
Xavier Velasco, Diablo Guardián
Marcelo Riboni
10/03/2011
21:43hrs
Fotos em preto & Branco
Deitado ao lado de memórias,
Apagadas como fotos,
De historias mal explicadas.
Sujeito a sujeiras da vida
Que passa despercebida,
Olhando prédios,
Em busca de um descanso
Em alguns instantes sem paz,
Enquanto ouço velhas queixas de um rapaz.
Que um dia morreu de namores, de tristeza e agonia;
Sozinho e sem rumo
Perfeito mas sem alma
Sei foi.
Este rapaz era EU!!!
Apagadas como fotos,
De historias mal explicadas.
Sujeito a sujeiras da vida
Que passa despercebida,
Olhando prédios,
Em busca de um descanso
Em alguns instantes sem paz,
Enquanto ouço velhas queixas de um rapaz.
Que um dia morreu de namores, de tristeza e agonia;
Sozinho e sem rumo
Perfeito mas sem alma
Sei foi.
Este rapaz era EU!!!
Um mundo em cortes
Pedaços rasgados
Atirados de lado,
Folhas de cadernos
E livros fechados.
Aqui o mundo parou;
Aqui o mundo não mudou.
Pó e escombros
Estão dentro da minha mente,
Que mente que tudo vai dar certo.
Meu passado passado por linhas
Escritas num diário de um vagabundo
Onde só a solidão é companheira
Olho como quem não quer nada
Os rostos que um dia eu já admirei
E hoje não passam de memórias
Em preto e branco entre sorriso amarelos.
10/03/2011
15:30hrs.
Marcelo Riboni
Atirados de lado,
Folhas de cadernos
E livros fechados.
Aqui o mundo parou;
Aqui o mundo não mudou.
Pó e escombros
Estão dentro da minha mente,
Que mente que tudo vai dar certo.
Meu passado passado por linhas
Escritas num diário de um vagabundo
Onde só a solidão é companheira
Olho como quem não quer nada
Os rostos que um dia eu já admirei
E hoje não passam de memórias
Em preto e branco entre sorriso amarelos.
10/03/2011
15:30hrs.
Marcelo Riboni
terça-feira, 8 de março de 2011
Perdido & Esquecido
Escrevo o silencio,
Palavras nunca ditas e
Gritos surdos
Destroem as noites e
Abrem o chão embaixo
Dos meus pés. Surge um buraco
Que consome minha alma
Deixando vazios os sentimentos.
As coisas são irrelevantes,
Nada tem mais sentido.
O sentimento morreu.
E no lugar nada apareceu
Tornando tudo fugaz, imediato e automático.
As ações são condicionadas;
Os sorrisos tão falsos quanto
Uma simpatia forçada que disfarça o ódio
18/01/2010
18:52hrs
primeira versão
08/03/2011
18:03hrs
segunda versão
Palavras nunca ditas e
Gritos surdos
Destroem as noites e
Abrem o chão embaixo
Dos meus pés. Surge um buraco
Que consome minha alma
Deixando vazios os sentimentos.
As coisas são irrelevantes,
Nada tem mais sentido.
O sentimento morreu.
E no lugar nada apareceu
Tornando tudo fugaz, imediato e automático.
As ações são condicionadas;
Os sorrisos tão falsos quanto
Uma simpatia forçada que disfarça o ódio
18/01/2010
18:52hrs
primeira versão
08/03/2011
18:03hrs
segunda versão
segunda-feira, 7 de março de 2011
O olhar frio
Palavras e mais palavras, mostram mais
E mais coisas mortas. Seca. Soca. Bate.
Deixa uma fúria sair de dentro aos poucos
Uma trilha de um passado cheio de loucos.
O que vamos fazer? Brigar? Lutar?
De ações belicosas eu já estou farto
Cada gesto, cada atitude filmada pela retina
Agita uma memória de perda repentina.
O que vamos falar? Dizer? Para quem ouvir?
Eu quero aos poucos começar a sumir
Eu quero aos poucos ver a coisa toda ruir
Deixar o corpo cansado simplesmente cair
Deitar ao lado das lembranças
Deixar de lado as esperanças
Quem sabe correr na rua como as crianças
E viver, só viver, para sempre o dia o que nunca foi.
Marcelo Riboni
26/02/2011
21:36hrs
E mais coisas mortas. Seca. Soca. Bate.
Deixa uma fúria sair de dentro aos poucos
Uma trilha de um passado cheio de loucos.
O que vamos fazer? Brigar? Lutar?
De ações belicosas eu já estou farto
Cada gesto, cada atitude filmada pela retina
Agita uma memória de perda repentina.
O que vamos falar? Dizer? Para quem ouvir?
Eu quero aos poucos começar a sumir
Eu quero aos poucos ver a coisa toda ruir
Deixar o corpo cansado simplesmente cair
Deitar ao lado das lembranças
Deixar de lado as esperanças
Quem sabe correr na rua como as crianças
E viver, só viver, para sempre o dia o que nunca foi.
Marcelo Riboni
26/02/2011
21:36hrs
Horror do mundo do amor
Eu poeta? Sou só um bêbado imundo.
Que nem no submundo vive.
Vive a margem, sim. Mas por que
Escolheu. Te saúdo amigo meu.
É preciso perder nesta vida;
É preciso saber o valor da descida;
É preciso saber nesta vida
O valor da conquista, da vitória.
Eu sou um bobalhão, um trapalhão.
Retalhos de uma realidade fazem meu futuro
Negro, escuro e só.
Meu amor tenha dó,
Para que possamos viver em paz.
Esquecer os momentos que ficaram para trás
E pensar num futuro, num presente que seja um presente
Para nós dois e uma alegria que faz a dor ficar ausente.
Marcelo Riboni
06/03/2011
12:57 hrs
Que nem no submundo vive.
Vive a margem, sim. Mas por que
Escolheu. Te saúdo amigo meu.
É preciso perder nesta vida;
É preciso saber o valor da descida;
É preciso saber nesta vida
O valor da conquista, da vitória.
Eu sou um bobalhão, um trapalhão.
Retalhos de uma realidade fazem meu futuro
Negro, escuro e só.
Meu amor tenha dó,
Para que possamos viver em paz.
Esquecer os momentos que ficaram para trás
E pensar num futuro, num presente que seja um presente
Para nós dois e uma alegria que faz a dor ficar ausente.
Marcelo Riboni
06/03/2011
12:57 hrs
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Destino, desconhecido.

Andando pela minha rua
Para cima e para baixo,
Eu sei que aqui eu não me encaixo
Mas não conheço outro lugar
Para chamar de
Meu lar,
Minha casa.
Cada buraco, cada estrago feito
Ao longo de vinte e tantos anos.
Marcados pelas marcas na minha cara.
Aqui eu sei onde estou,
Aqui eu já não sei quem sou
Se um fantasma,
Se uma memória.
Passei minha vida aqui.
Parei,
Olhei,
E compreendi que tudo aqui faz
Parte de mim,
Parte de quem sou,
E tudo aqui esta em mim,
Esta assim,
E vai até o fim.
Marcelo Riboni
11/02/2011
12:02 hrs
PS: a diagramação do blog não aceita a minha, alguém me ajude por favor.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Emaranhado

Enquanto o mundo acaba
A vida parece não ter sentido
Escrito no muro da frente “morte”
Sem salvação, sem chorar e sem mais nada
Os capítulos seguem passando
E capitulando as lições da historia
A memória comete os velhos equívocos
Inapelavelmente a deriva.
Quem pode escolher o passado
Quando o futuro é negro como a noite
O açoite das lembranças são o pesadelo
Das mais terríveis assombrações.
Um dia o sol se porá e serei feliz
Dormirei uma noite do sono dos justos
Sonharei com as maravilhas que estão no porvir
E saberei que tudo estará terminado.
Marcelo riboni
28/01/2011
15:39hrs
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Ódio

Você gosta de ouvir uma mentira.
Uma mentira repetida tantas vezes que vira verdade.
Infinitas vezes, milhares de vezes,
E a realidade se torna um jogo.
Quem derrota quem?
Quem ganha de quem?
No fundo no fundo não sobra para ninguém
Uma nesga de conforto para se agarrar.
Para voltar a sombra da realidade
Caímos em mentiras sinceras.
Dando o rosto ao tapa e ao cuspe,
Para tentar um pouco de amor.
Sentimos aquela dor arder no peito,
Sentimos necessidade de fazer algo a respeito,
Mas nada muda nunca e tudo segue
Rápido para lugar nenhum, sozinho.
Marcelo Riboni
06/01/2011
19:03hrs
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